A Psicologia A Domicílio: Longe De Dar Medo, A Mim Me Atrai Cada Vez Mais

Natalia Pedraja Sanz

20-10-2015

Uma das coisas que mais te surpreende quando você trabalha nas casas dos pacientes é dar-se conta da imensa informação que contém um espaço tão pequeno. Você não pode contar antecipadamente com essa informação porque nem sequer perguntou. Ou nem sequer os pacientes se atreveram a verbalizá-la.

Você observa com cautela e espera o momento em que decidirão transmitir-lhe que seu filho de 10 anos ainda dorme com eles em sua cama, coisa que não te surpreende ao ver o quarto do menino inutilizado e reaproveitado como armazém. Você procura quando será o melhor momento para perguntar aonde está o pai que parece não existir. Algo que já sabia tendo olhado as fotos no recinto.

Tampouco é raro que te convidem para fumar, para um casamento, ou para tomar um café. Você aprende a dizer não de forma respeitosa ante cada uma das situações que se apresentam de forma espontânea: “Obrigado, mas não imagino como estaria minha tensão se tomasse um café em todas as casas que vou…”, “Parabéns pelo casamento, mas justamente esse fim de semana tenho já um voo reservado para Londres”.

Para ler o texto completo em português, clique aqui!

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2 comentários sobre “A Psicologia A Domicílio: Longe De Dar Medo, A Mim Me Atrai Cada Vez Mais

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